A Reforma e o combate a Veneração de Relíquias

Publicado em: 27 de outubro de 2018

Categorias: Estudos de Quinta Feira

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A Reforma Protestante foi um movimento que visou trazer a igreja de volta à pureza do evangelho. No dia 31/10/1517, o monge alemão Martinho Lutero deflagrou o movimento da reforma ao fixar as suas 95 teses na abadia de Wittenberg na Alemanha. As 95 teses combateram a venda de indulgências e os abusos da autoridade papal. Porém, há um outro item combatido com veemência pelos reformadores: a veneração de relíquias. A Igreja Católica Romana não apenas permitiu a veneração de relíquias, mas também incentivou sua prática.

Pessoas diziam ter pedaços da cruz de Cristo, penas da pomba do Espírito Santo, ossos de crianças imoladas por Herodes, migalhas de pães da Ceia celebrada por Jesus, entre outros. É claro que tudo não passava de uma farsa, porém, a cegueira espiritual fazia com que pessoas acreditassem que estes objetos tinham poderes sobrenaturais. Hoje, encontramos veneração parecida no meio evangélico. Atribui-se poderes sobrenaturais a sal grosso, arruda, copo com água, etc. Veneram-se líderes religiosos e grupos gospel.

Cornélio quando se prostrou para adorar a Pedro foi repreendido pelo apóstolo (At 10.25-26). João quando se prostrou para adorar o anjo foi repreendido pelo mesmo (Ap 22.8-9). A reforma visou o resgate da adoração a Cristo. Honremos a Cristo que é o único digno de todo louvor e adoração.