Em tudo dai Graças!

Publicado em: 22 de novembro de 2018

Categorias: Destaques, Devocionais

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O “Dia de Ações de Graças” surgiu nos EUA com a finalidade de agradecer a Deus pelas boas colheitas do ano. Neste dia, as pessoas dedicavam-se a reuniões familiares, orações e práticas de atos de bondade. Foi instituído oficialmente nos EUA, através do então presidente americano Abrahan Lincoln em 1863. Ficou definido que este dia seria celebrado nos EUA na quarta quinta-feira do mês de novembro e em 1939 o Congresso americano o oficializou. No Brasil, o “Dia de Ações de Graças” foi criado pelo presidente, Gaspar Dutra em 1949 e em 1966, a lei 5110 estabeleceu sua celebração na quarta quinta-feira de novembro.

Devemos oferecer “ações de graças” (ou agradecer, do grego eucharisteo) a Deus não somente por tudo aquilo que recebemos de bom, mas também por tudo aquilo que a princípio não nos parece tão agradável. Foi o que fez Jó que, mesmo passando por todo o infortúnio em sua vida, reconheceu que sua vida estava nas mãos do SENHOR e que confiava em Sua ação soberana. Quando a esposa de Jó pediu a ele que amaldiçoasse a Deus diante de todo o revés que sofria, Jó disse à sua esposa: “temos recebido o bem de Deus, não receberíamos também o mal?” (Jó 2.10). Foi isso o que fez Paulo que, mesmo na prisão em Roma, escreveu a linda carta aos Filipenses falando a respeito da “alegria” (Fp 4.4). Foi isso também que fez o próprio Cristo que, ao partir o pão e tomar do cálice da Ceia, deu graças. É preciso lembrar que aquele ato apontava para aquilo que Jesus iria fazer por nós na cruz do Calvário (Mt 26.26-27).

Um dos mais belos hinos cantados no meio evangélico diz: “Sou feliz com Jesus, meu Senhor”. Ao ouvir o hino, a impressão que temos é que o autor, L.N. Morris parecia estar vivendo um momento de profunda paz e alegria. Porém, não é o que a história mostra. A família do autor deste hino havia saído a um passeio de férias; sua esposa e suas filhas haviam embarcado em um navio. No meio da viagem, o navio naufragou em alto mar e suas filhas morreram, apenas sua esposa escapou. Em meio à dor, brotou em seu coração a letra do famoso hino Sou feliz com Jesus, meu Senhor”. Ele não diz que estava feliz com a morte das filhas, mas sim que era feliz em Jesus.

Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que foram chamados segundo o Seu propósito (Rm 8.28). É preciso confiar e crer que Deus está no controle da nossa vida. Você é capaz de render ações de graças a Deus por todas as circunstâncias de sua vida?