Relacionamentos transformados

Publicado em: 3 de dezembro de 2018

Categorias: Verdade e Vida

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O apóstolo Paulo, escrevendo a sua carta aos efésios, vai tratar de um assunto tão sublime, já no final da epístola; sobre a plenitude do Espírito Santo, e ele diz: não vos embriagueis com o vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito. E é nesse contexto da plenitude do Espírito Santo, que Paulo vai então mencionar os relacionamentos dentro da família. O primeiro, da mulher com o seu marido; segundo, do marido com a sua mulher; terceiro, dos filhos com os pais; e finalmente, dos pais com os filhos. A família certamente é o palco das nossas maiores alegrias, mas também a família é o território nas nossas dores mais profundas. É na família que nós choramos as lágrimas mais amargas, é na família que nós celebramos as vitórias mais exultantes da vida.

O grande problema é que nenhuma instituição hoje tem sido mais atacada do que a família; nenhuma crise hoje no mundo é mais aguda e é mais grave, mais crônica do que a crise da família. Os casamentos estão entrando em colapso, o índice de divórcio é assustador. Os casamentos estão cada vez mais frágeis, as casas maiores, os lares menores. As festas de casamento mais requintadas e a vida conjugal mas cheia de conflitos. Os pais não entendem seus filhos, os filhos não respeitam seus pais. A relação conjugal, tantas vezes, cheia de conflitos e tensões pela confusão dos papéis, por não entender o que é casamento, por não entender o propósito e a vontade de Deus para esses relacionamentos dentro da família.